25.11.08

Café na cama

Dia desses, muito inspirado, o Akio trouxe o café da manhã pra mim na cama. rs Adorei, é claro. Até porque não é todo dia que isso acontece. Mas, o mais divertido foi a carinha das meninas chegando de mansinho, perguntando meio sem jeito se podiam "participar". rs A Yuka, que é mais corajosa, entrou no quarto de mansinho, e disse: - Mamãe, Yuka também pode? - Pode filha. - Oba!!!!!!!!!! E pulou na cama. rs. A Maki, que estava na sala, só esperando (se a Yuka levasse um fora, ela não arriscaria... rs), quando eu disse que podia, veio correndo e pulou na cama também. Foi divertido. Terminado o café, eu saí da cama e as duas ficaram lá um tempão, rindo e comendo, comendo e rindo. rs A foto ficou ruim, eu sei. O sol estava batendo na janela e como a cortina é amarela, ficou tudo amarelo. Mas, eu queria muito registrar esse momento.

24.11.08

Aniversário

Essa semana a Yuyu completa 3 anos. Eu eu o Akio estávamos lembrando de quando ela nasceu, mas rimos mesmo foi lembrando de quando ela não nasceu. rs. Para quem não lembra, a Yuka não nascia nunca! rs A previsão era pra nascer nos primeiros dias de novembro e ela só deu o ar da graça no dia 26, rs. Entre a data prevista e a data efetiva, foram dias de muita ansiedade, mas, hoje, quando a gente lembra, ri muito. Perguntei o que ela quer de presente e ela disse que quer uma estrelinha. Como eu não entendi bem o pedido, repeti a pergunta algumas vezes durante a semana. Ela não desistiu da estrelinha, mas, acrescentou um batom à lista de presentes. Uma estrelinha e um batom. rs Acho que vou procurar um batom em forma de estrelinha... será que vai agradar? Só sei mesmo é que sou imensamente grata e feliz por ter essa estrelinha na minha vida. Que Deus a abençoe com saúde, prosperidade e abundância e que a proteja sempre. Te amo, Yuyu!!!

19.11.08

A arte de se relacionar

Passeio da escolinha ao aquário da cidade. Duas semanas só falando nisso, contando os dias para o tal passeio. Chegado o dia, animação total. Um frio danado e a criançada pulando e cantando. Na volta, percebi um clima estranho entre a Maki e uma amiguinha. Amiguinha que vive aqui em casa, eu e a mãe dela somos amigas e tal. A menina estava dizendo pra uma professora que não era amiga da Maki. que quando vai na casa da Maki, é amiga. Que quando a Maki vai na casa dela, também é amiga, mas, que agora não é mais amiga. rs Perguntei pra Maki o que estava acontecendo, ela não respondeu e viemos pra casa. No caminho ela dispara: - Mamãe, lá no aquário eu queria brincar com a XXXX, então, falei pra YYYY que não era mais amiga dela. ( eu achando que a menina estava maltratando a Maki e descubro que era o contrário... rs) - Mas filha, ela ficou triste. - Eu sei. - Mas, Maki... O sinal abriu e a conversa parou ali. No dia seguinte, durante o jantar, o Akio comentou o assunto. - Maki, você falou que não é mais amiga da YYYY? - Como você sabe disso, papai? A mamãe te explicou? - Foi. Filha, não pode falar assim, a menina fica triste. Você ia gostar que falassem assim com você? - Não. Mas, eu já falei pra mamãe entregar uma cartinha velha que eu fiz pra YYYY. Aí, vai dar certo. - Ah, filha, mas, não faça mais isso não. Brinca direitinho com suas amiguinhas, se você quer brincar com uma amiga e outra amiga também quer brinca com você, é só brincar todo mundo junto. - É papai, eu sei, mas, é que na hora eu não tinha essa boa idéia na minha cabeça, por isso que eu falei aquilo. Da póxima (próxima) vez eu faço assim. Penso que muitas vezes as boas idéias nos faltam... rs. Que tenhamos todos boas idéias para manter relacionamentos saudáveis. rs

Cabelo, cabeleira...

Ontem a Yuka colocou uma fralda de pano na cabeça e passou alguns minutos em frente ao espelho se olhando e conversando sozinha. Achei bonitinho e engraçado, mas, não falei nada. Depois, a Maki me contou que aquilo que eu achava que era um chapéu de pano que a Yuka tinha inventado, na verdade, segundo a própria Yuka, era o cabelão dela. rs rs rs Ri muito. Deve ser genético... rs Minha mãe conta que quando eu era pequena e também era desprovida de abundância capilar, costumava colocar uma toalha na cabeça e desfilar pela casa balançando o cabelão... rs A Maki, fazia a mesma coisa e agora é a vez da Yuka. rs O melhor foi quando ela foi dormir. Passou meia hora sentada, ajeitando a fralda na cabeça. Quando deitava, a fralda saia do lugar, então ela sentava e recomeçava o minucioso trabalho de dobrar e ajeitar a fralda-cabelão, depois deitava e a fralda teimava em cair... rs Parece que foi ontem que eu ficava inventando desculpas pra não fazer trança no cabelo da Maki. Ela ficava encantada quando via menininhas de tranças. Depois, vinha pedir pra eu fazer trança no cabelo dela (que cabelo? rs ). Eu dizia que não sabia fazer, que ia pesquisar na internet, que ia ligar pra minha mãe pra perguntar como fazia... e assim os dias iam passando e o cabelo dela continuava teimando em não crescer. Uma vez comentei com minha sogra que meu cabelo demorou a começar a crescer e que minha mãe cortava o cabelo da minha irmã mais nova bem curtinho, pra eu não chorar... rs. Minha irmã mais nova tinha muuuuito mais cabelo que eu... rs. Karine, obrigada por ter ficado de cabelo curto pra me fazer companhia... rs. Ah, então, eu comentei com minha sogra e ela falou: "- Ah, mas o cabelo do Akio também demorou a crescer!" Que alívio! rs Não era só o meu DNA que era careca! O do Akio também!!! rs Mas, o importante é que um dia o cabelo começa a crescer e dá pra fazer tranças e penteados. Yuyu, tenha paciência, filha. Cabelo cresce. No nosso caso, demora, mas cresce. rs
Yuka, Sumiya, Vovó Tieko e Maki

2.11.08

Primeira Série

Começamos os preparativos pra ida da Maki pra primeira série. Aqui, os pais não levam as crianças pra escola. A partir do ensino fundamental, elas vão com os coleguinhas... isso me assusta. rs. Essa semana fomos à escola para fazer os exames de rotina. São exames com otorrinologista, oftalmologista, dentista e clínico geral. Em seguida, uma entravista básica. Detalhe: mamãe só acompanha até a porta de cada sala onde os exames são realizados. Algumas crianças choram, outras fazem birra por não querer desgrudar da mãe. A Maki, só pra contrariar, entrou confiante em cada sala e ainda me deu bronca por eu estar com os olhos cheios d´água esperando por ela no corredor. rs. Voltamos pra casa e ela ainda reclamou, dizendo que queria ficar mais na escola, que gostou de lá. A Yuka, reclamou porque não fez exame nenhum. rs Surtei. Falei que no ano que vem, em vez de ir pra escola, elas vão ficar em casa com a mamãe. A Maki falou sobre a inviabilidade da minha idéia e argumentou que se não for pra escola, não vai aprender a ler e escrever. - Não tem problema, filha. Você quer ser sorveteira, não é? Então, a gente faz o sorvete aqui em casa e a mamãe compra de você! Não é uma boa idéia? - Não é nada. Eu vou pra escola! E não precisa fazer manha, mamãe. Quando eu voltar, eu converso com você e você fica feliz. Nem precisa chorar, eu volto cedo. Ai, ai. Não tenho dúvidas sobre quem é a pessoa adulta nessa relação...